Onda de Demissões no Brasil após Eleição de Lula
Empresários discutem demissões, automação e suspensão de ações sociais após reeleição e fim da escala 6×1 aprovado no Senado.
A Onda de Demissões no Brasil após Eleição de Lula virou tema nas redes e no meio empresarial. Após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no domingo, 25 de outubro, publicações passaram a incentivar demissões de eleitores petistas e empresas anunciaram suspensão de ações sociais.
Segundo o portal Imediato, posts passaram a incentivar empresários a demitir funcionários que votaram no presidente. Especialistas alertam que a legislação brasileira protege liberdade de convicção política e proíbe práticas discriminatórias, e demissão motivada exclusivamente por escolha política pode gerar indenização.
Ao mesmo tempo, empresas e grupos anunciaram fim de ações solidárias e suspensão de iniciativas de assistência a pessoas em vulnerabilidade após vitória de Lula, gerando debate nas redes. Outras afirmam que posts são reação a comemorações de eleitores.
Paralelo a isso, empresários discutem Demissões e automação com fim da escala 6×1. Indústria, comércio, saúde e turismo afirmam que 60 dias de transição são insuficientes e já discutem medidas como banco de horas, demissões, trabalho intermitente e automação para absorver mudança. Entidades como FGV, FecomercioSP e CNI alertam para risco de onda de demissões e estudos preveem perda de centenas de milhares de vagas caso não haja ganho de produtividade, com aumento do custo da hora trabalhada.
O ex-ministro Fernando Haddad classificou como alarmistas as previsões de demissões com fim da escala 6×1 e disse que empresas terão tempo para se adaptar.
E você, o que acha da onda de demissões no Brasil após eleição de Lula? Vai afetar seu emprego com fim da escala 6×1? Deixe sua opinião nos comentários.



