Executiva do JPMorgan Enfrenta Graves Acusações de Abuso

Executiva do JPMorgan Enfrenta Graves Acusações de Abuso

Lorna Hajdini, diretora executiva na divisão de Leveraged Finance do banco JPMorgan Chase em Nova York, está no centro de um processo judicial explosivo que veio a público no final de abril de 2026.

A executiva de 37 anos é acusada por um subordinado, identificado apenas como John Doe, de uma série de crimes graves que teriam ocorrido ao longo de vários meses, começando pouco depois de sua entrada na equipe em abril de 2024.

O processo alega que Hajdini utilizou sua posição hierárquica para coagir o funcionário, um homem de ascendência asiática, a realizar atos sexuais não consensuais. Segundo os documentos apresentados à Suprema Corte do Condado de New York, as investidas incluíam ameaças diretas à carreira e ao futuro financeiro do subordinado caso ele não cedesse às demandas.

Entre as acusações mais pesadas estão o uso de substâncias entorpecentes sem o consentimento da vítima e episódios de abuso racial, nos quais a executiva teria utilizado termos depreciativos para se referir à etnia do funcionário e de sua esposa.

​A defesa do JPMorgan nega as acusações de forma veemente. Em comunicado oficial, a instituição financeira afirmou que realizou uma investigação interna e não encontrou méritos nas alegações apresentadas por John Doe.

O banco também ressaltou que o reclamante se recusou a participar plenamente do processo interno de apuração e não apresentou documentos que sustentassem as queixas na época. O caso segue em tramitação judicial e tem atraído grande atenção da mídia internacional devido à gravidade das denúncias de assédio e discriminação em um ambiente corporativo de alto escalão.

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