Falha em Feira de Ciências no Rio Resulta em Atendimentos Médicos
Alunos e visitantes de uma instituição de ensino na Zona Oeste do Rio de Janeiro precisaram buscar atendimento médico após participarem de uma demonstração de testes de glicemia capilar realizada sem autorização da diretoria. O incidente ocorreu durante uma feira de ciências que abordava o tema do diabetes, momento em que uma estudante utilizou a mesma lanceta em múltiplas pessoas.
O caso mobilizou a rede de saúde pública após a constatação de que o material perfurocortante foi reaproveitado em ciclos de até três indivíduos antes da troca. O Hospital Municipal Lourenço Jorge, situado na Barra da Tijuca, registrou dezenas de buscas por assistência profilática devido ao risco biológico associado à reutilização de agulhas. Os pacientes avaliados na unidade iniciaram protocolos preventivos contra infecções.
A direção do colégio informou que a atividade não contava com supervisão ou aval da equipe pedagógica e que os testes foram interrompidos imediatamente após a descoberta da irregularidade. Órgãos de vigilância sanitária e autoridades policiais acompanham a ocorrência para apurar as responsabilidades e garantir o suporte necessário aos envolvidos.
Quais medidas as instituições de ensino deveriam adotar para evitar que experimentos práticos de saúde voltem a colocar alunos em risco?


