Golpe do Transe: Inteligência Artificial com Técnicas Psicológicas contra Fraudes

Golpe do Transe: Inteligência Artificial com Técnicas Psicológicas contra Fraudes
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O termo popularizado nos bastidores do setor financeiro diz respeito ao uso de estratégias comportamentais e conceitos de psicologia por grandes instituições para combater o chamado Golpe da Falsa Central ou Engenharia Social. Nessa modalidade criminosa, o fraudador manipula psicologicamente a vítima por telefone ou mensagens, criando um estado de forte pressão emocional, urgência e confusão mental, fazendo com que a própria pessoa transfira seu dinheiro ou faça empréstimos voluntariamente para os criminosos, temos o Golpe do Transe.

Para barrar essa ação onde o invasor não precisa quebrar senhas tecnológicas porque o próprio cliente executa a transação, um grande banco brasileiro passou a integrar profissionais de psicologia no desenvolvimento de inteligências artificiais de segurança. O objetivo é fazer com que os assistentes virtuais e robôs de monitoramento abandonem apenas os bloqueios mecânicos ou avisos frios na tela.

A tecnologia passa a conduzir uma conversa interativa baseada em preceitos comportamentais e perfis de risco. Em vez de perguntar apenas se o usuário deseja prosseguir com a operação, o sistema faz perguntas estratégicas calculadas para quebrar a linha de raciocínio imposta pelo golpista, permitindo que a pessoa recobre a lucidez e perceba a fraude antes de confirmar o pagamento.

Qual a sua opinião sobre o uso de inteligência artificial humanizada e abordagens comportamentais para proteger clientes idosos e pessoas mais vulneráveis a fraudes digitais?

Jefferson Freitas

Blogueiro, Empreendedor Digital, Cientista da Computação (Ulbra) e Pós em Gestão Empresarial (FGV) - contato@info4fun.com.br
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