O Agente Secreto Frustra Público com Promessa Não Cumprida
A produção O Agente Secreto tem atraído críticas negativas por utilizar um título que muitos consideram uma estratégia enganosa para atrair espectadores.
Segundo análises de veículos como a Far Out, o filme de Kleber Mendonça Filho falha ao criar uma expectativa de thriller de espionagem que nunca se materializa na tela. Em vez da ação ou do suspense político esperado de um filme com esse nome, o público encontra um drama lento e contemplativo sobre um professor fugitivo no Recife de 1977.
A narrativa é criticada por ser excessivamente arrastada e por se perder em metáforas sobre a ditadura militar que não justificam a roupagem de gênero utilizada.
Embora Wagner Moura entregue uma atuação segura, o sentimento geral é de que a obra se apoia em um marketing duvidoso que prioriza a subversão estética em detrimento de uma trama coesa e satisfatória para quem busca o entretenimento sugerido pelo título.
